• Gabi Bedinelli

Dicas e etapas que podem nos ajudar a refletir, olhar para dentro e nos conectar

No último post, quando falamos sobre a relação entre Propósito e Trabalho, comentamos que um dos primeiros passos para mudar a visão separatista sobre esses dois temas é entendendo o que te dá prazer, o que você gosta.

Para encontrarmos as atividades que nos fazem sentir bem e plenos, é comum escutarmos sugestões para olharmos mais para dentro e nos conhecermos melhor. Realmente acredito que esse olhar e conhecimento seja muito importante para qualquer pessoa, independente do momento e fase da vida. Porém, o "olhar para nós mesmos" não é uma tarefa simples. Inclusive, talvez seja uma das mais difíceis e desafiadoras, principalmente quando não sabemos por onde começar.

Pensando nisso, resolvemos reunir diversas ações e novos hábitos que nos ajudaram nessa busca e podem ser úteis para outras pessoas. Dividimos essas práticas em um ciclo de 4 partes.





Antes de mais nada é importante nos entendermos, reconhecermos e nos conectarmos com nossos sentimentos e emoções, sendo assim, chamamos a Parte 1 de Expansão da autoconsciência. A ideia é conseguirmos nos observar, saber como estamos nos sentindo naquele dia, organizar nossos pensamentos, ouvir nossa intuição…Sabe quando você não está se sentindo bem e consegue identificar que essa sensação está vindo de uma dor de cabeça muito forte? A parte 1 se refere a conseguir fazer esse diagnóstico da dor de cabeça em si.


Quando a autoconsciência estiver mais presente em nossa rotina, podemos passar a nos questionar sobre outras coisas que exigem um pouco mais de reflexão: “O que amo fazer? Como reconheço meus dons/talentos? O que me faz sentir bem?”. Ao mesmo tempo: “O que eu não gosto? O que me incomoda? O que faz eu me sentir mal ou com energia densa?”. A Parte 2: Causas, é onde escutamos nosso coração e conseguimos distinguir os "porquês" de nossas emoções e sentimentos. Não só conseguimos identificar se estamos ansiosos, empolgados, desanimados, alegres... em determinado dia, mas também começamos a entender os motivos daquela determinada sensação. Depois do diagnóstico da dor de cabeça, entendemos a causa dela existir. Por exemplo, saber identificar que a causa da dor foi devido à algo que você comeu.


Depois de percebermos o que sentimos e conseguirmos mapear as causas por trás disso, precisamos nos planejar para a mudança, para a ação. Entra a Parte 3: Planejamento.

Albert Einstein disse brilhantemente: “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”. Depois que entendemos o que nos faz bem e o que nos faz mal, não podemos ficar parados. Ter esse “poder” em nossas mãos, nos trás a responsabilidade de trabalhar para melhorarmos nosso dia a dia, mesmo que com pequenas ações. A etapa de planejamento consiste nessa preparação para conseguirmos agir em prol de nós mesmos. Precisamos pensar em qual remédio é melhor tomarmos para a dor passar.


Por fim, quando conseguimos nos observar, quando sentimos que estamos mais conectados com nós mesmos e nossos porquês, quando estruturamos uma lista de ações práticas que podem nos ajudar a nos sentirmos melhor diariamente, aí sim passamos para a Parte 4: Ação. Começamos a tentar buscar um link maior entre nós, nossos sentimentos e emoções, nossos gostos, dons e talentos e nosso trabalho, rotina. Chega a hora de tomarmos o remédio.


A dor de cabeça irá embora quando tomarmos o remédio correto, porém não significa que não ficaremos mais doentes no futuro. O processo é um ciclo e devemos estar sempre nos observando, entendendo as causas de nossas emoções, planejando e agindo para alterar nossa realidade para melhor. Por ser um ciclo, também não tem necessidade de começarmos sempre para parte 1. Cada um sabe o que esta precisando no momento e por onde deve iniciar seu processo!

Sabemos que se conectar não é algo que conseguimos fazer do dia para noite. Também sabemos que algumas pessoas preferem práticas ou atividades que podem ser aplicadas em seu dia a dia, para iniciar a mudança. Sendo assim iremos compartilhar algumas sugestões “mão na massa” que podem ajudar a aprofundar em cada uma das 4 partes que descrevemos acima. Mas antes, queremos combinar uma coisa importante com vocês: Não tentem aplicar 100% das coisas nas rotinas de vocês. Podem ler sobre tudo, mas comecem aos poucos com as ideias que mais se conectarem internamente e se encaixarem em suas rotinas atuais. Tentar aplicar tudo de uma vez só fará com que vocês se frustrem com o processo. Tenham paciência e respeitem os respectivos momentos de vida!

Continuaremos postando sobre insights, inspirações, ideias e intuições que temos e acreditamos que também são outra maneira de ajudar pessoas que se interessam por autoconhecimento e uma vida com mais propósito! Novamente, reforçamos que nosso objetivo com o projeto é compartilhar experiências que funcionaram (e funcionam) para nós em nossas buscas pessoais e podem auxiliar outras jornadas.


Entendemos que as pessoas são diferentes e assimilam informações de maneiras distintas, por isso vamos testar esse novo modelo Prática + Inspirações por um tempo.

Compartilhem com a gente sugestões ou feedbacks sobre as atividades, os textos e o que estão achando do projeto para que possamos sempre evoluir e também para que mais pessoas possam se beneficiar com a troca de experiências entre todos :)



Gabi Bedinelli


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