Meditação: Meu Início

Acredito que meditação já teve seus diversos momentos e cada um pode ter um pensamento diferente em relação a isso, desde ter um preconceito, achar que é coisa para monge ou apenas budistas, achar que não é pra você ou até achar que virou modinha. 

Há apenas 3 anos fui conhecer de fato essa prática e tento entender melhor o que isso significa e quais as formas que funcionam para mim. 

Muita gente acredita que meditação é não pensar em nada, eu mesma no caso acreditava nisso, então ficava pensando em uma parede branca ou um lugar todo branco pra tentar não pensar em nada, ou seja, ainda estava pensando em algo né? Quanto mais pensava que não podia pensar em nada, mais pensava. Confuso né? Pois é, mas não precisa ser. 

A melhor definição de meditação pra mim é: Meditar é estar no presente. Estar plenamente no agora. 

Temos a tendência de sempre estar analisando ou julgando algo mentalmente, relembrando ou revivendo no pensamento algo que já aconteceu. Ou então ficamos pensando, planejando e na expectativa excessiva do futuro. Mas já parou para pensar que nenhum dos dois (passado e futuro) existe de fato, a não ser em nosso pensamento? O agora é a única coisa que existe verdadeiramente. Às vezes, vivemos tanto no mundo dos pensamentos que deixamos o presente momento passar despercebido. 

Meditar pra mim é vivenciar o momento presente, sem julgamentos e análises, apenas percebê-lo. 


Como disse a minha história com a meditação começou há mais ou menos 3 anos atrás, já fazia alguns meses que eu tinha ataques de pânico esporádicos, e a meditação com certeza foi uma das ferramentas que me ajudou muito (além de inúmeras outras que falarei em outros textos, como: autoconhecimento, terapia e espiritualidade por exemplo). Para parar com a ansiedade, com a preocupação excessiva ou o medo, eu precisava me sentir presente; respirar e me sentir presente. 


Eu sempre fui curiosa e vivia pesquisando sobre as coisas, descobri o aplicativo Insight Timer e utilizo ele até hoje. Nele você encontra diversos tipos de meditação, inúmeros professores e até cursos e palestras relacionadas a essas áreas de autoconhecimento, meditação, espiritualidade, entre outros. Há conteúdos com duração variáveis, práticas de 3 minutos, 10, 40... E são disponíveis em diversos idiomas. O aplicativo é grátis, havendo também uma versão paga para acessar cursos por exemplo (nos próximos posts daremos mais dicas de outros aplicativos e lugares para encontrar diferentes tipos de meditação).


No início era bem difícil conseguir praticar uma meditação média ou longa, não conhecia as diferentes formas de meditar e a ansiedade sempre vinha bater na porta, até que encontrei a Sarah Blondin no aplicativo (sou fã dessa pessoinha querida e iluminada), e foi por ela que comecei essa prática. As meditações dela são mais como reflexões, lindas e profundas reflexões eu diria. Elas me faziam (e fazem) sentir imersa nas palavras, nos sons, no meu corpo e respiração. Trazendo um sentimento de paz, pertencimento, conexão e pura gratidão. Infelizmente apenas uma meditação dela é em português, todas as outras são em inglês, mas quem sabe já fica aqui a deixa para meditar e treinar o inglês em um combo só ;) 


Há inúmeras coisas para falar sobre meditação, quis iniciar esse tópico contando um pouquinho da minha história e como começou pra mim.

Para não deixar esse post muito grande e cansativo de ler, nos próximos posts sobre meditação falaremos mais sobre conceitos do que é meditação, quais os benefícios dessa prática, exemplos de diferentes tipos de meditação, onde podemos encontrar meditações, depoimentos de amigos, etc. 

Mas para finalizar, gostaria de deixar alguns pontos para vocês pensarem: 

  • Seja curioso e vá atrás das coisas por si mesmo. Procure sobre o significado de meditação, procure entender o que é. Mas lembre-se nós nunca vamos de fato conhecer algo se não praticarmos. Permita-se experimentar. 

  • Saiba que existem diversos tipos de meditação e cada um se identifica melhor com um. Se você tentou de uma maneira e não deu certo, não desista, tente outros tipos e veja o que mais você gosta. 

  • Não tem certo ou errado. Nós temos a mania de ficar nos julgando e questionando se estamos fazendo algo certo. Ficar com essa preocupação apenas irá te tirar da concentração de simplesmente viver o momento presente e realizar a prática, da sua forma, no seu tempo. 

  • Não se cobre demais. Não se cobre em conseguir meditar todas as vezes da mesma forma ou com “perfeição”. Essa “perfeição” nem existe. E apenas com a prática, vamos nos conhecendo e nos aperfeiçoando em algo. 

E você? Já praticou meditação alguma vez? Como você conheceu e começou essa prática?


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