O poder da escrita: Descobrindo suas histórias criadas


Dica: Essas são opções de práticas para a Parte 1: Expansão da autoconsciência.

Lembretes importantes:

- Se respeite, não se cobre ou tente aplicar tudo de uma vez. Entenda o que se encaixa em sua vida, rotina atual e suas preferências,

- Quando se identificar com alguma prática ou achar interessante, faça um compromisso com você mesmo para encaixá-la em sua rotina. Como seres humanos, somos seres de hábitos. Se não reforçarmos para nós mesmos a importância dessas ferramentas durante algumas semanas, não iremos mudar nosso dia a dia.

- Não há certo ou errado para nenhuma dessas práticas.

- Leia mais sobre as 4 partes no blog “Dicas e etapas que podem nos ajudar a refletir, olhar para dentro e nos conectar”


Brené Brown em seu livro “Mais forte do que nunca”, aborda muito a questão de como criamos e confabulamos histórias o tempo todo, seja sobre nós mesmos, seja em relação aos outros ou uma situação. 

Normalmente, num momento de raiva, de vergonha ou quando estamos magoados, ficamos realmente criativos em criar as histórias, muitas vezes histórias bem feias, e longe da realidade, sobre nós, os outros ou uma situação. 

Na falta de conhecimentos, ou dados apurados, inventamos histórias. É um mecanismo de proteção, somos programados e precisamos sempre estar criando e contando histórias.

Porém é possível sair disso, e pegar nossas conspirações no flagra. Precisamos ser curiosos e corajosos o suficiente para ir atrás da verdade, e desmascarar essas histórias fakes.


Para percebemos o que estamos criando é preciso observação e percepção. A escrita é uma ótima e aliada prática.

A ideia é colocar no papel a sua história, sem se preocupar no formato ou como fazer isso, a intenção não é mostrar ou enviar isso para alguém, é só para você, para seu autoconhecimento. 

Não tem problema se você nunca fez isso antes, não tem certo ou errado. Simplesmente comece com rascunhos iniciais. Não precisa ser uma narrativa, pode ser bem simples, como uma lista, ou um bilhete por exemplos.

Para nos ajudar e guiar, Brené, lista 6 pontos simples que podemos começar a escrever, para contar a história e as percepções sobre nós mesmos:

  • A história que estou criando:

  • Minhas emoções:

  • Meu corpo: 

  • Meu pensamento: 

  • Minhas crenças: 

  • Minhas ações: 


Depois dessa prática inicial, você pode ir ainda mais a fundo e fazer perguntas mais profundas para descobrir as causas e detalhes dessa história, Brené nos dá mais 3 perguntas chaves para isso: 

1. O que mais preciso aprender e entender sobre a situação? 

  • O que sei em termos objetivos Que suposições estou fazendo?

2. O que mais preciso aprender e entender sobre as outras pessoas da história? 

  • De que informações adicionais preciso? 

  • Que suposições estou fazendo? 

3. O que mais preciso aprender e entender sobre mim mesmo? 

  • O que está por trás da minha reação? 

  • O que estou sentindo de verdade? 

  • Qual foi o meu papel nisso? 


Não se julgue, como comentamos a história que criamos muitas vezes não é bonita e nem nos orgulhamos dela, e esse não é ponto. Você estará fazendo isso única e exclusivamente para você. Para você poder descobrir a verdade por trás das suas histórias criadas nesses momentos de vulnerabilidade, para poder praticar a sinceridade consigo mesmo, ser justo com você, com os outros ou com uma situação. E se libertar. Não tem nada pior do que ficarmos pensando o pior sobre uma situação e ficar criando mil e uma coisas em cima disso, nos remoendo, e, na maioria da vezes é tudo criação da nossa mente. 

Lembre-se, essa história que você está criando deve ser honesta e franca, sem medo de julgamentos. E essa história e prática também não lhe dá o direito de ser cruel ou magoar alguém, o objetivo é observar e entender essa história para si mesmo, para sua curiosidade, seu aprendizado e crescimento. 

Dessa forma, forma você encontrará o “delta”, a diferença das histórias que criamos com a verdade. É aí que se encontra o verdadeiro aprendizado e sentido dessa experiência. 


“A coragem para reconhecer nossas emoções e descobrir nossas histórias é o caminho para escrever nosso novo e corajoso final - e a estrada que leva à vida plena. Também é um recomeço. Compreender a queda e se levantar, assumir nossa história e responsabilidade por nossas emoções - é aí que começa a revolução.” - Brené Brown


Se você quer saber mais sobre isso, recomendo ler o livro “Mais Forte Do Que Nunca” - Brené Brown.


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Você tem alguma prática com escrita? Um diário? Cartas? Um blog pessoal? Compartilhe com a gente com sua experiência! Ou se pretende tentar escrever suas histórias criadas! 



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